Cidão Bina
Aparecido Martinelli de Lima · nasceu em 1956
Cidão Bina se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004), AGIR (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Cidão Bina declarou ao TSE R$ 576 em receitas, em reais de hoje, 50% de dinheiro público.
2020 · Vereador · Inconfidentes (MG) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Inconfidentes (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,2 por voto. Quem venceu, Wanderley Tavares, gastou R$ 7,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 771; o mais barato, R$ 7,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 7 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Maria Rosa REPUBLICANOSR$ 14 mil · 18 votosR$ 771
- Tais AGIRR$ 2,2 mil · 132 votosR$ 16,7
- Viviani PTR$ 382 · 34 votosR$ 11,2
- Wilson Da Delza PVR$ 1,7 mil · 193 votosR$ 8,80
- Wanderley Tavares PDTR$ 2,3 mil · 324 votosR$ 7,08
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.