Cida de Mazinho
Maria Aparecida Pereira dos Santos · nasceu em 1964
Cida de Mazinho se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.
Passou por 2 partidos: PT (2012–2016), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cida de Mazinho declarou R$ 235,6 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 60,3 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Cida de MazinhoR$ 235,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residencial na cidade de rubelita/mgR$ 100,6 milCasa
- Carro sportege lx 320G2R$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um carro corola toyota xrs flexR$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um carro VW gol 1.0R$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda/nxr 160 brosR$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 2.873Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cida de Mazinho declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Rubelita (MG) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.74160,7%
- Outros candidatosR$ 1.12539,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Rubelita (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,16 por voto. Quem venceu, Cesar Pescoço, gastou R$ 2,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 354; o mais barato, R$ 2,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria De Deli PTR$ 1,4 mil · 4 votosR$ 354
- Eltim Pinheiro PC do BR$ 14 mil · 73 votosR$ 194
- Jaqueline CIDADANIAR$ 14 mil · 113 votosR$ 125
- Vanderley Araujo PSDBR$ 2 mil · 54 votosR$ 37
- Naldinho De Gracinha PSDBR$ 1,1 mil · 69 votosR$ 16,5
- Fatima Da Verdura PSDBR$ 1,3 mil · 79 votosR$ 16,4
- Tiao De Fernando CIDADANIAR$ 1,4 mil · 171 votosR$ 8,16
- Maurição Do Sitio PSDBR$ 1,5 mil · 243 votosR$ 6,17
- Edvaldo PSDBR$ 996 · 216 votosR$ 4,61
- Adriano De Alipia CIDADANIAR$ 996 · 286 votosR$ 3,48
- Leomar Miranda CIDADANIAR$ 1,4 mil · 472 votosR$ 2,96
- Cesar Pescoço PSDBR$ 1,5 mil · 503 votosR$ 2,93
Votos por real
- 2020, vereadora: 190 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 49 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 12 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.