Cid Correa
Cid Correa Mesquita · nasceu em 1975
Cid Correa se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2020 e 2024.
Passou por 4 partidos: PL (2008–2012), PSD (2016), PSB (2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Formiga (MG)PSD 11· direita· na urna, Cid CorrêaNa chapa de Eugênio Vilelachapa eleita31.384 votos da chapa, 84,6%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Cid Correa declarou R$ 360,5 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 63,9 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Cid CorreaR$ 360,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- ResidencialR$ 331,4 milCasa
- MoedaR$ 22,1 milMoeda estrangeira em espécie
- Motocicleta HondaR$ 5.303Outros bens móveis
- Recitex LTDA. MER$ 1.657Ações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cid Correa declarou ao TSE R$ 447 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 364 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Formiga (MG) · UNIÃO · eleito
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 19,5 mil66%
- Próprio bolsoR$ 8.75029,6%
- Outros candidatosR$ 1.3124,4%
Para onde foi
- Outros4 pessoas, não nomeadasR$ 5.25019,2%
- TransporteR$ 4221,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Formiga (MG), 2024
Cid Correa: R$ 19 por voto (mediana da disputa, R$ 21,4). Quem venceu, Flavio Martins, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.344; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cid Correa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cristina Cunha SOLIDARIEDADER$ 16 mil · 7 votosR$ 2.344
- Jucielle Leal PDTR$ 14 mil · 81 votosR$ 169
- Denilson Oliveira PTR$ 11 mil · 148 votosR$ 77
- Anderson Faria (Derson) PODER$ 11 mil · 148 votosR$ 73,9
- Joao Do Povo PDTR$ 13 mil · 282 votosR$ 47,3
- Elizane Cunha PDTR$ 14 mil · 428 votosR$ 32,7
- Meirinha PDTR$ 14 mil · 654 votosR$ 21,4
- Cid Correa UNIÃOR$ 27 mil · 1.444 votosR$ 19
- Professor Rodrigo Melo PDTR$ 14 mil · 799 votosR$ 17,7
- Joice Alvarenga PTR$ 34 mil · 2.077 votosR$ 16,5
- Thiago Pinheiro PDTR$ 11 mil · 815 votosR$ 13
- Flavio Martins REPUBLICANOSR$ 10 mil · 966 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2024, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.