Cicinho
Marcio Luiz de Barros · nasceu em 1977
Cicinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, superior incompleto, técnico de mineração, metalurgia e geologia, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cicinho declarou R$ 593 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 431,2 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- CicinhoR$ 593 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa com aréa de 637M²R$ 276,2 milCasa
- Casa com aréa de 150M²R$ 211,2 milCasa
- Lote com aréa 498M²R$ 81,2 milTerreno
- C3R$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cicinho declarou ao TSE R$ 2,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Catas Altas (MG) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 48654,5%
- Próprio bolsoR$ 40545,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 48654,5%
- Material impressoR$ 40545,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Catas Altas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 60,3 por voto. Quem venceu, Parreirinha, gastou R$ 24,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 315; o mais barato, R$ 24,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Inacio Lulinha PDTR$ 3,1 mil · 10 votosR$ 315
- Patricia PROSR$ 8,7 mil · 49 votosR$ 178
- Pedro De Rosalino PSDBR$ 3,3 mil · 38 votosR$ 86,1
- Denilson Dentista CIDADANIAR$ 4,2 mil · 49 votosR$ 85,9
- Pitiu PTBR$ 5,2 mil · 64 votosR$ 81,8
- Xandoca PTBR$ 3,9 mil · 64 votosR$ 60,3
- Vanda Da Aprovart DEMR$ 5,1 mil · 85 votosR$ 60,3
- Belra PROSR$ 3,6 mil · 84 votosR$ 42,4
- Beto Vereador PTBR$ 3,6 mil · 85 votosR$ 41,9
- Simone Do Salão PDTR$ 4,9 mil · 136 votosR$ 36,1
- Ronaldo De Dona Inês PVR$ 4,7 mil · 137 votosR$ 34,6
- Parreirinha PVR$ 4,2 mil · 170 votosR$ 24,5
Votos por real
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.