Paulo Gilmar Chupeta
Paulo Gilmar Garcia · nasceu em 1963
Paulo Gilmar Chupeta se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 5.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, até o fundamental, eletricista e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Itaara (RS)PP 11· direitaNa chapa de Mano Zimmermannchapa não eleita1.114 votos da chapa, 30,7%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Paulo Gilmar Chupeta declarou R$ 14,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 13 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Paulo Gilmar Chupeta declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itaara (RS) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Itaara (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 34 por voto. Quem venceu, Roberto Rodrigues Da Rosa, gastou R$ 17,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,8; o mais barato, R$ 14,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ângela Antunes PPR$ 3,9 mil · 47 votosR$ 82,8
- Juliana Mello PPR$ 2,3 mil · 29 votosR$ 79,1
- Raviel Telles PTR$ 1,7 mil · 34 votosR$ 48,7
- Rosy Enfermeira PSBR$ 4,2 mil · 96 votosR$ 43,9
- Retio MDBR$ 4,9 mil · 140 votosR$ 34,7
- Priscila Rossato MDBR$ 2,1 mil · 62 votosR$ 34,2
- Dr Airton MDBR$ 3,1 mil · 92 votosR$ 34
- Rosane PPR$ 2,1 mil · 66 votosR$ 31,8
- André Burin PPR$ 2,6 mil · 90 votosR$ 29
- Nivia PPR$ 2 mil · 79 votosR$ 25,9
- Roberto Rodrigues Da Rosa PPR$ 1,7 mil · 97 votosR$ 17,6
- Juliano Oliveira PSDBR$ 2,4 mil · 167 votosR$ 14,3
Votos por real
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.