Chiquito
Francisco Bastos Procopio · nasceu em 1942
Chiquito se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PRONA (2002), PL (2004), PTB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 66 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPRONA 56655· direitasuplente973 votos; 646º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Chiquito teve 973 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 646º lugar entre 1.233 candidatos.
Recebeu votos em 29 cidades. Miracema deu 45,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Chiquito declarou R$ 67,4 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chiquito declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Laje do Muriaé (RJ) · PTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.22160,3%
- Próprio bolsoR$ 80339,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Laje do Muriaé (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 38,4 por voto. Quem venceu, Dinésio, gastou R$ 21,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 21,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lia Do Sindicato PTR$ 8,4 mil · 56 votosR$ 149
- Edilene REPUBLICANOSR$ 27 mil · 328 votosR$ 83,5
- Chico Nacaratti CIDADANIAR$ 7,7 mil · 96 votosR$ 80
- Anisio MDBR$ 16 mil · 233 votosR$ 67,5
- Natim PSCR$ 13 mil · 228 votosR$ 56
- Gustavo Do Idi PSBR$ 16 mil · 303 votosR$ 54,1
- Leo Dubary PTR$ 10 mil · 261 votosR$ 38,4
- Rogerio Pião DCR$ 9,7 mil · 259 votosR$ 37,6
- Ademir André PTR$ 11 mil · 316 votosR$ 35,1
- Dra: Gislaine MDBR$ 9,2 mil · 265 votosR$ 34,8
- Adermazinho PTBR$ 6,9 mil · 306 votosR$ 22,6
- Dinésio PDTR$ 7,4 mil · 340 votosR$ 21,7
Votos por real
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 109 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.