Chiquinho Pneus
Francisco Leandro Silva · nasceu em 1965
Chiquinho Pneus se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2008–2016), PODE (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Chiquinho Pneus declarou R$ 314,4 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 236,8 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Chiquinho PneusR$ 314,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CasaR$ 236,7 milCasa
- CasaR$ 22,1 milCasa
- CarroR$ 16,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CarroR$ 12 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- MotoR$ 10,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CarroR$ 9.224Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- TerrenoR$ 5.744Terreno
- MotoR$ 1.657Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Chiquinho Pneus declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Presidente Venceslau (SP) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.18748%
- PessoasR$ 2.04544,9%
- Outros candidatosR$ 3247,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.05657,1%
- PessoalR$ 1.54442,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Venceslau (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 46,8 por voto. Quem venceu, Rodrigo Monteiro, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 235; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bahia Da Tapioca PLR$ 46 mil · 197 votosR$ 235
- Fernando Peroba Rosa PRDR$ 6,1 mil · 65 votosR$ 93,3
- Dr Cesar Candido PRDR$ 5,5 mil · 61 votosR$ 89,7
- Jhenifer Vintura PLR$ 6,9 mil · 109 votosR$ 63
- Tacito Alexandre Pi PRDR$ 23 mil · 407 votosR$ 56,1
- Garcia REPUBLICANOSR$ 17 mil · 372 votosR$ 47
- Eliana Do Sindicato Rural PLR$ 5,5 mil · 118 votosR$ 46,8
- Professora Alessandra Colombo NOVOR$ 7,3 mil · 243 votosR$ 30
- Cabelinho PTR$ 5 mil · 173 votosR$ 29,2
- Geminho Do Salgado PPR$ 7,5 mil · 461 votosR$ 16,3
- Jeremias Jv Motors PPR$ 6,2 mil · 384 votosR$ 16,2
- Rodrigo Monteiro PSDBR$ 4,8 mil · 415 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2024, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.