Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Chiquinho Leonel

Francisco Lopes Rodrigues · nasceu em 1967

Chiquinho Leonel se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PP2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2004), PP (2008), PSB (2016).

VereadorPartidoPDTPPPSB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Pedra do Anta (MG)
    PSB 40000· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2008
    Vereador · Pedra do Anta (MG)
    PP 11555· direita
    suplente76 votos
  3. 2004
    Vereador · Pedra do Anta (MG)
    PDT 12111· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Chiquinho Leonel declarou ao TSE R$ 952 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 818.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Pedra do Anta (MG) · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 818
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 818.
  1. Outros candidatosR$ 41350,5%
  2. PessoasR$ 40549,5%

Para onde foi

R$ 818
O maior gasto foi com transporte: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 818.
  1. TransporteR$ 34041,6%
  2. ServiçosR$ 24329,7%
  3. Material impressoR$ 23528,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Pedra do Anta (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 20,7 por voto. Quem venceu, Luciano Abranches, gastou R$ 9,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 9,57.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Leandro PSDBR$ 3,2 mil · 20 votosR$ 158
  • Afonso Camilo PRTBR$ 1,8 mil · 37 votosR$ 49,5
  • Itamar Irmao De Tiaozim PPLR$ 1,4 mil · 33 votosR$ 41,3
  • Carlinhos PSCR$ 3,2 mil · 94 votosR$ 33,9
  • Alan DEMR$ 3,4 mil · 134 votosR$ 25,7
  • Lelei Vieira PLR$ 1,5 mil · 68 votosR$ 22,4
  • Fabio Da Cleo PPLR$ 1,4 mil · 68 votosR$ 20,7
  • Biu PSDBR$ 2,1 mil · 112 votosR$ 18,5
  • Juninho Da Farmacia PRTBR$ 3,5 mil · 207 votosR$ 17,1
  • Robson PSDBR$ 2,5 mil · 159 votosR$ 15,6
  • Juninho De Totim DEMR$ 2 mil · 187 votosR$ 10,8
  • Luciano Abranches PTBR$ 2,1 mil · 220 votosR$ 9,57

Votos por real

  • 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.