Chiquinho Jao
Francisco de Assis Bittencourt · nasceu em 1976
Chiquinho Jao se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2010), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, superior completo, administrador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputado estadual · Espírito SantoPTB 14614· centro-direitasuplente957 votos; 193º mais votado de 346 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Chiquinho Jao teve 957 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 193º lugar entre 346 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Sooretama deu 58,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chiquinho Jao declarou R$ 536,2 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 165,2 mil acima da inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.
- Chiquinho JaoR$ 536,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 121 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Chiquinho Jao declarou ao TSE R$ 135 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 80 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sooretama (ES) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.48241,8%
- PessoasR$ 1.78130%
- Próprio bolsoR$ 1.67928,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.46058,2%
- PessoalR$ 1.45724,5%
- Material impressoR$ 69311,7%
- OutrosR$ 1863,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1462,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Sooretama (ES), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,3 por voto. Quem venceu, Madim Rigatto, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 122; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Edezio Ramos AVANTER$ 8,1 mil · 66 votosR$ 122
- Toninho Mai PSDBR$ 8,9 mil · 130 votosR$ 68,6
- Lula SOLIDARIEDADER$ 12 mil · 204 votosR$ 57
- Kito PPR$ 12 mil · 220 votosR$ 56,4
- Claudemir Goltora MDBR$ 7,8 mil · 173 votosR$ 45
- Romy Matias AVANTER$ 8,4 mil · 194 votosR$ 43,3
- Victor Kuboyama PPR$ 8,4 mil · 210 votosR$ 40
- Tião Gomes AVANTER$ 9,2 mil · 235 votosR$ 39,2
- Jaqueline Gomes SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 381 votosR$ 32,9
- Roque Bazzoni PTBR$ 7,8 mil · 241 votosR$ 32,3
- Madim Rigatto PODER$ 8,2 mil · 701 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 8,3 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.