Chiquinho
Francisco Machado Filho · nasceu em 1973
Chiquinho se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chiquinho declarou R$ 161,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 13,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- ChiquinhoR$ 161,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imóvel residencialR$ 116,8 milCasa
- Vw/gol special 02/03R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Vw/parati 85/85R$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 8.448Dinheiro em espécie
- Honda biz C100R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno urbanoR$ 3.087Terreno
- Car/reboque - r/rivel caiapo 02/02R$ 2.112Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 10Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chiquinho declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cassilândia (MS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.89449,8%
- Próprio bolsoR$ 1.19031,3%
- Outros candidatosR$ 72118,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.34061,5%
- TransporteR$ 1.46538,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Cassilândia (MS), 2016
Chiquinho: R$ 21,3 por voto (mediana da disputa, R$ 12,8). Quem venceu, Rui Pintor, gastou R$ 7,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,3; o mais barato, R$ 7,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luizinho Do Gás PSDBR$ 3,3 mil · 81 votosR$ 40,3
- Chiquinho MDBR$ 3,8 mil · 179 votosR$ 21,3
- Ulisses PSDR$ 7 mil · 440 votosR$ 15,9
- Carlos Cordeiro PSDR$ 5,8 mil · 377 votosR$ 15,5
- Wesley Da Padaria PSDR$ 5,7 mil · 381 votosR$ 15
- Florisvaldo Da Farmácia MDBR$ 4,7 mil · 361 votosR$ 13
- Pastor Cláudio PATRIOTAR$ 3,6 mil · 279 votosR$ 12,8
- Valdecy MDBR$ 8,7 mil · 700 votosR$ 12,4
- Arthur Barbosa MDBR$ 4,8 mil · 392 votosR$ 12,2
- Márcio Estevo PSDR$ 5,6 mil · 505 votosR$ 11
- Rodrigo PDTR$ 7,9 mil · 782 votosR$ 10,2
- Rui Pintor PSDBR$ 3,6 mil · 505 votosR$ 7,17
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.