Chiquinho do Cacau
Francisco Hildemburg Costa Bezerra · nasceu em 1967
Chiquinho do Cacau se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008–2012), MDB (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012Vereador · Jaru (RO)CIDADANIA 23630· centro· na urna, Chiquinho da Ematercandidatura não chegou à urna
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Chiquinho do Cacau declarou R$ 166,3 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 38,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2024.
- Chiquinho do CacauR$ 166,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 55,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,7 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Chiquinho do Cacau declarou ao TSE R$ 185 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 113 mil, 31% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Jaru (RO) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas25 pessoas, não nomeadasR$ 72,3 mil64,1%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Jeverson Luiz De Lima PrefeitoR$ 8.9147,9%
- Próprio bolsoR$ 2.7342,4%
- Fundo partidárioR$ 2730,2%
Para onde foi
- Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 17,3 mil41,9%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Vsb Garantia Completa Corretora De Seguros LtdaR$ 7.27317,6%
- Material impressoR$ 4.70911,4%
- InternetR$ 2.1875,3%
- EscritórioR$ 9< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Jaru (RO), 2024
Chiquinho Do Cacau: R$ 65,1 por voto (mediana da disputa, R$ 72). Quem venceu, Marcão, gastou R$ 46,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 206; o mais barato, R$ 46,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquinho Do Cacau. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nazim Da Gráfica MDBR$ 38 mil · 184 votosR$ 206
- Professora Damiana PSBR$ 52 mil · 289 votosR$ 181
- Dr Indiano Pedroso PDTR$ 44 mil · 281 votosR$ 157
- Manases MDBR$ 66 mil · 493 votosR$ 133
- Waguinho Leiloeiro UNIÃOR$ 38 mil · 428 votosR$ 88,4
- Sthella Almeida UNIÃOR$ 48 mil · 601 votosR$ 80,1
- Sol De Verão PLR$ 60 mil · 835 votosR$ 72
- Chiquinho Do Cacau MDBR$ 41 mil · 634 votosR$ 65,1
- Suhelen Fernanda MDBR$ 38 mil · 605 votosR$ 63,4
- João Paulo UNIÃOR$ 44 mil · 761 votosR$ 58,5
- Rafael Lopes MDBR$ 83 mil · 1.553 votosR$ 53,6
- Marcão UNIÃOR$ 53 mil · 1.132 votosR$ 46,7
Votos por real
- 2024, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.