Chiquinho da Pedra
Francisco dos Santos · nasceu em 1954
Chiquinho da Pedra se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Chiquinho da Pedra declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 711,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 51% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Chiquinho da PedraR$ 43,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Chiquinho da Pedra declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Gravatal (SC) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Gravatal (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 39,8 por voto. Quem venceu, Francieli, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 367; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dona Cida PTR$ 3,7 mil · 10 votosR$ 367
- Marcus Demo PTR$ 2,3 mil · 8 votosR$ 285
- Netinha PTR$ 3,7 mil · 13 votosR$ 282
- Juciria PSLR$ 3,5 mil · 17 votosR$ 208
- Luzia Damian PPR$ 2,8 mil · 23 votosR$ 123
- Tais Heinzen PSLR$ 3,5 mil · 39 votosR$ 90,7
- Aline Borges PSLR$ 3,5 mil · 89 votosR$ 39,8
- Mateus PTR$ 1,9 mil · 49 votosR$ 39,4
- Joelma PPR$ 2,8 mil · 87 votosR$ 32,5
- Fernando Melo - Alemão PPR$ 2,8 mil · 129 votosR$ 21,6
- Cri Aguiar PSDR$ 1,6 mil · 77 votosR$ 21,2
- Francieli PPR$ 2,8 mil · 248 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2016, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.