Apuração
Vereador · 2020 · PSD

Chiquinho do Cruzo

Francisco de Jesus Cordeiro · nasceu em 1972

Chiquinho do Cruzo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PSC2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PDT (2004), PSC (2008), PSD (2020).

VereadorPartidoPDTPSCPSD’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Ventania (PR)
    PSD 55500· direita
    suplente125 votos
  2. 2008
    Vereador · Ventania (PR)
    PSC 20347· direita· na urna, Chiquinho
    suplente
  3. 2004
    Vereador · Ventania (PR)
    PDT 12347· centro-esquerda· na urna, Chiquinho
    eleito179 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Chiquinho do Cruzo declarou ao TSE R$ 5,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,4 mil, 78% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Ventania (PR) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 2.363
78% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.363.
  1. Outros candidatosR$ 1.84077,8%
  2. Próprio bolsoR$ 52422,2%

Para onde foi

R$ 509
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Ventania (PR), 2020

Mediana da disputa: R$ 14,7 por voto. Quem venceu, Tião Do Grampo, gastou R$ 9,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,5; o mais barato, R$ 7,24.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Reinaldo MDBR$ 1,7 mil · 32 votosR$ 53,5
  • Ivonete Do Salão CIDADANIAR$ 1,6 mil · 45 votosR$ 36,5
  • Riva CIDADANIAR$ 1,9 mil · 58 votosR$ 33,2
  • Paulinho Lara DEMR$ 3,5 mil · 182 votosR$ 19,4
  • Polacão DEMR$ 2,9 mil · 174 votosR$ 16,8
  • Antoniela MDBR$ 4,2 mil · 263 votosR$ 16,1
  • Clodoaldo DEMR$ 4,2 mil · 287 votosR$ 14,7
  • Ricardo Catarina PSLR$ 2,4 mil · 187 votosR$ 13,1
  • Rosana PLR$ 1,9 mil · 153 votosR$ 12,1
  • Maltelo DEMR$ 2 mil · 199 votosR$ 9,81
  • Tião Do Grampo PSDR$ 1,7 mil · 179 votosR$ 9,47
  • Paulo Da Farmacia MDBR$ 1,8 mil · 254 votosR$ 7,24

Votos por real

  • 2020, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.