Chiquim Lava Jato
Francisco Monteiro Duarte · nasceu em 1957
Chiquim Lava Jato se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004Vereador · Ourilândia do Norte (PA)PDT 12678· centro-esquerda· na urna, Chiquinho do Lavajatoeleito265 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Chiquim Lava Jato declarou R$ 5 mi em bens, em reais de hoje: 115 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.
Declarou 115 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2012.
- Chiquim Lava JatoR$ 5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 43,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Fazenda denominada 3 barras com uma area total de 71R$ 4,4 miTerreno rural
- 439(QUATROCENTOS e trinta e nove) cabeças de gadoR$ 438,3 milRebanho e animais
- Caminhao 3/4ANO 2012 marca jmc com parte financiadoR$ 175,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro renault/clio ano 2005R$ 26,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda/broz ano 2011R$ 17,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 5 Cabeças de animais de serviçosR$ 6.574Rebanho e animais
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chiquim Lava Jato declarou ao TSE R$ 80 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 76 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Ourilândia do Norte (PA) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 43,1 mil56,4%
- Próprio bolsoR$ 26 mil34%
- Outros candidatosR$ 6.4538,4%
- PartidoR$ 8861,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 28,7 mil37,5%
- EscritórioR$ 26,7 mil34,9%
- TransporteR$ 14,3 mil18,7%
- Material impressoR$ 6.6468,7%
- RepassesR$ 1990,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Ourilândia do Norte (PA), 2012
Mediana da disputa: R$ 347 por voto. Quem venceu, Walto Da Sagri, gastou R$ 133 por voto. O voto mais caro custou R$ 545; o mais barato, R$ 133.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Irmão Tuica DEMR$ 144 mil · 264 votosR$ 545
- Jose Barreira PSDBR$ 168 mil · 372 votosR$ 453
- Auderisa DEMR$ 140 mil · 329 votosR$ 425
- Irma Aparecida PDTR$ 109 mil · 259 votosR$ 420
- Jp PVR$ 129 mil · 315 votosR$ 410
- Irmao Edivaldo PDTR$ 129 mil · 357 votosR$ 363
- Prof. Deuseval Borges PVR$ 185 mil · 534 votosR$ 347
- Paulino Do Pt PTR$ 142 mil · 412 votosR$ 345
- Biriba PDTR$ 147 mil · 760 votosR$ 194
- Leonilço CIDADANIAR$ 104 mil · 605 votosR$ 171
- Lau MDBR$ 125 mil · 921 votosR$ 135
- Walto Da Sagri MDBR$ 121 mil · 915 votosR$ 133
Votos por real
- 2012, vereador: 5,3 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.