Apuração
Vereador · 2012 · PTB

Chiquim de Vital

Francisco Alves de Oliveira · nasceu em 1953

Chiquim de Vital se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,08← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2012PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2004), PTB (2012).

VereadorPartidoPTPTB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, até o fundamental, produtor agropecuário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PTB 14456· centro-direita
    suplente
  2. 2004
    PT 13333· centro-esquerda
    suplente61 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Chiquim de Vital declarou R$ 242,1 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.

R$ 242,1 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 110.500 na declaração)

Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.

  • Chiquim de VitalR$ 242,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 242,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Fazenda cruz das almasR$ 131,5 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. Chevrolet D-20 1990R$ 65,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Volkswagen kombi 2003R$ 39,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Honda titan 2001R$ 5.478
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Chiquim de Vital declarou ao TSE R$ 1 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Ribeira do Piauí (PI) · PT · suplente

De onde veio

R$ 1.007
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.007
O maior gasto foi com transporte: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.007.
  1. TransporteR$ 73072,5%
  2. Material impressoR$ 27727,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Ribeira do Piauí (PI), 2004

Mediana da disputa: R$ 47,7 por voto. Quem venceu, Raimundo Nonato, gastou R$ 18 por voto. O voto mais caro custou R$ 89,3; o mais barato, R$ 18.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.