Chico Pernambuco
Francisco de Assis Marques da Silva · nasceu em 1968
Chico Pernambuco se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · CearáPT 13123· centro-esquerdasuplente6.076 votos; 116º mais votado de 543 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Chico Pernambuco teve 6.076 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 116º lugar entre 543 candidatos.
Recebeu votos em 123 cidades. Fortaleza deu 63,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Chico Pernambuco declarou R$ 118,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 83,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2008.
- Chico PernambucoR$ 118,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chico Pernambuco declarou ao TSE R$ 134 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 89 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Fortaleza (CE) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 28,9 mil65,5%
- PessoasR$ 12 mil27,3%
- EmpresasR$ 3.2137,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 16,8 mil38,1%
- EventosR$ 8.40219%
- Material impressoR$ 8.09618,3%
- TransporteR$ 7.22916,4%
- PessoalR$ 3.3207,5%
- EscritórioR$ 3270,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Fortaleza (CE), 2008
Mediana da disputa: R$ 49,8 por voto. Quem venceu, Walter Cavalcante, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 26,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Benedito Bizerril PC do BR$ 288 mil · 2.158 votosR$ 133
- Alri Nogueira PSDBR$ 439 mil · 4.508 votosR$ 97,4
- Terezinha De Jesus PHSR$ 364 mil · 5.333 votosR$ 68,3
- Rogerio Pinheiro PSBR$ 334 mil · 5.563 votosR$ 60,1
- Almir PSBR$ 319 mil · 5.372 votosR$ 59,4
- Idalmir Feitosa PSDBR$ 315 mil · 6.036 votosR$ 52,1
- Deodato Ramalho PTR$ 330 mil · 6.626 votosR$ 49,8
- Paulo Mindello PSBR$ 297 mil · 6.021 votosR$ 49,4
- Eliane Novais PSBR$ 412 mil · 10.308 votosR$ 39,9
- Acrisio Sena PTR$ 356 mil · 9.147 votosR$ 39
- Carlos Mesquita MDBR$ 293 mil · 8.011 votosR$ 36,6
- Walter Cavalcante PHSR$ 313 mil · 11.759 votosR$ 26,6
Votos por real
- 2008, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 68 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.