Chico Pedro
Francisco Ribeiro Pereira · nasceu em 1947
Chico Pedro se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2004), MDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 61 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Chico Pedro declarou R$ 93,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Chico PedroR$ 93,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chico Pedro declarou ao TSE R$ 943 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 586.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Marmelópolis (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 16947,4%
- Próprio bolsoR$ 10730,1%
- PessoasR$ 8022,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Marmelópolis (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 34,3 por voto. Quem venceu, Dona Luzia, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 493; o mais barato, R$ 19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chico Lebre PTR$ 9,9 mil · 20 votosR$ 493
- Joao Do Mane Ramos PTBR$ 4,3 mil · 39 votosR$ 111
- Irineu PLR$ 6,4 mil · 77 votosR$ 83
- Pepi MDBR$ 3,1 mil · 57 votosR$ 53,8
- Senir Do Tio MDBR$ 2,5 mil · 48 votosR$ 51,5
- Chiquinho Do Sertao PTBR$ 5,1 mil · 123 votosR$ 41,4
- Adailton PSLR$ 2,9 mil · 84 votosR$ 34,3
- Ne Do Noratinho PSLR$ 2,4 mil · 74 votosR$ 32,7
- Ze Geraldo PLR$ 3,8 mil · 125 votosR$ 30,7
- Osiel Do Jobinho PVR$ 2,3 mil · 104 votosR$ 21,8
- Ondina Do Chico Retiro MDBR$ 2,3 mil · 110 votosR$ 21,3
- Dona Luzia PTBR$ 2,4 mil · 126 votosR$ 19
Votos por real
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.