Chico Nóbrega
Francisco Nóbrega da Silva Filho · nasceu em 1962
Chico Nóbrega se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PODE (2006), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, superior completo, técnico em agronomia e agrimensura. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2006Deputado estadual · RondôniaPODE 19555· centro-direita· na urna, Chico da Funaisuplente1.415 votos; 125º mais votado de 365 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Chico Nóbrega teve 1.415 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 125º lugar entre 365 candidatos.
Recebeu votos em 17 cidades. Cacoal deu 91,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Chico Nóbrega declarou R$ 788,9 mil em bens, em reais de hoje: 9,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 994,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 9,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2012.
- Chico NóbregaR$ 788,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 83,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Chico Nóbrega declarou ao TSE R$ 90 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cacoal (RO) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 18,9 mil72,6%
- PessoasR$ 3.89914,9%
- PartidoR$ 3.26012,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 18,2 mil69,5%
- Material impressoR$ 7.95030,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Cacoal (RO), 2012
Mediana da disputa: R$ 95,1 por voto. Quem venceu, Bruno Trevizani, gastou R$ 53 por voto. O voto mais caro custou R$ 295; o mais barato, R$ 53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Izaias Campana DCR$ 171 mil · 580 votosR$ 295
- Eduardo Pinheiro DCR$ 206 mil · 738 votosR$ 279
- Cida PSDBR$ 80 mil · 392 votosR$ 205
- Massa Barro DCR$ 94 mil · 559 votosR$ 168
- Corazinho PVR$ 196 mil · 1.412 votosR$ 139
- Donizeti Da Sucam PTBR$ 185 mil · 1.651 votosR$ 112
- Pedro Ferrazin PPR$ 94 mil · 989 votosR$ 95,1
- Lurdes Kemper MDBR$ 64 mil · 720 votosR$ 88,9
- Rafael DEMR$ 64 mil · 1.006 votosR$ 63,8
- Neto Da Canaã Confecções PSCR$ 55 mil · 933 votosR$ 59,3
- Caçula PSBR$ 54 mil · 944 votosR$ 57,4
- Bruno Trevizani PDTR$ 74 mil · 1.399 votosR$ 53
Votos por real
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 68 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.