Chico Holanda
Francisco Holanda Craveiro · nasceu em 1940
Chico Holanda se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 76 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chico Holanda declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 13,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2016.
- Chico HolandaR$ 32,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Chico Holanda declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Limoeiro do Norte (CE) · PDT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Limoeiro do Norte (CE), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,6 por voto. Quem venceu, Chico Baltazar, gastou R$ 9,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 76,2; o mais barato, R$ 9,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gean Carlos PLR$ 19 mil · 249 votosR$ 76,2
- Sebastiao Maia PLR$ 21 mil · 395 votosR$ 52,9
- Lívia Maia DEMR$ 38 mil · 814 votosR$ 47,1
- Rubinho PLR$ 19 mil · 445 votosR$ 41,9
- Mauro Costa PSDR$ 27 mil · 930 votosR$ 28,6
- Gladis Bandeira DEMOCRATAR$ 26 mil · 1.193 votosR$ 21,5
- Arimatéia O Amigo De Sempre PSDR$ 20 mil · 1.144 votosR$ 17,6
- Barão DEMOCRATAR$ 22 mil · 1.492 votosR$ 14,8
- Heraldo Holanda PSDR$ 28 mil · 1.889 votosR$ 14,8
- Eliezer PSDR$ 25 mil · 1.725 votosR$ 14,7
- Anginha De Valdecy MDBR$ 22 mil · 1.725 votosR$ 12,9
- Chico Baltazar PSDR$ 26 mil · 2.620 votosR$ 9,99
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.