Chico Doido
Francisco Assis Martins Rocha · nasceu em 1950
Chico Doido se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2004), MDB (2006), PTB (2008), MDB (2016), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 70 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Filadélfia (TO)PSL 17· direitaNa chapa de Mario Paivachapa não eleita212 votos da chapa, 4,4%
- 2016
- 2008
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Chico Doido teve 1.385 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 88º lugar entre 311 candidatos.
Recebeu votos em 76 cidades. Araguaína deu 45,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Chico Doido declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 69,5 mil acima da inflação.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2008.
- Chico DoidoR$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 113,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Chico Doido declarou ao TSE R$ 109 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 56 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Filadélfia (TO) · MDB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Filadélfia (TO), 2016
Mediana da disputa: R$ 58,5 por voto. Quem venceu, Artur Bento, gastou R$ 28,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 196; o mais barato, R$ 28,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- André Alves PHSR$ 15 mil · 75 votosR$ 196
- Claudete Melo MDBR$ 8,8 mil · 45 votosR$ 196
- Trezentos PSCR$ 9,5 mil · 65 votosR$ 147
- Livio Jl PLR$ 17 mil · 220 votosR$ 76,5
- Colo PSDBR$ 15 mil · 213 votosR$ 68,2
- Alfeu Maranhão PDTR$ 14 mil · 224 votosR$ 63,7
- Jadson Aires PSCR$ 16 mil · 265 votosR$ 58,5
- Hector Neyvas Do Ze Mauro PHSR$ 5,6 mil · 109 votosR$ 51
- João Barriga DEMR$ 9,3 mil · 197 votosR$ 47,2
- Daiana Tavares DEMR$ 16 mil · 358 votosR$ 43,6
- Diassis Do Gas PDTR$ 6,4 mil · 211 votosR$ 30,4
- Artur Bento REPUBLICANOSR$ 8,7 mil · 303 votosR$ 28,8
Votos por real
- 2008, vereador: 6,5 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 152 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.