Chico do Maroto
Francisco Chagas Martins da Cunha · nasceu em 1963
Chico do Maroto se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PSB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chico do Maroto declarou R$ 140,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 7.766, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Chico do MarotoR$ 140,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Chico do Maroto declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Trombas (GO) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.14675,7%
- Outros candidatosR$ 28318,7%
- PessoasR$ 855,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 85577%
- Material impressoR$ 25523%
Quanto custou cada voto: vereador, Trombas (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 33,2 por voto. Quem venceu, Keilla Aquino, gastou R$ 13,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 13,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Miûdo PLR$ 3,2 mil · 23 votosR$ 139
- Professor Sinomar PSBR$ 2,5 mil · 37 votosR$ 68
- Bilé PLR$ 2,9 mil · 46 votosR$ 62,2
- Rosângela Do Quinhá PSBR$ 2,1 mil · 46 votosR$ 45,9
- Tonhão Do Bar PLR$ 2,1 mil · 53 votosR$ 40,4
- Wedson Eugênio PLR$ 2,1 mil · 62 votosR$ 33,9
- Pastor Zezinho PLR$ 2,1 mil · 64 votosR$ 33,2
- Batuquim PLR$ 2,1 mil · 85 votosR$ 25
- Ezinho PLR$ 3,9 mil · 175 votosR$ 22,4
- Gildo Xavier PLR$ 2,1 mil · 108 votosR$ 19,5
- Marcos Queiroz PSBR$ 2,3 mil · 117 votosR$ 19,4
- Keilla Aquino PLR$ 2,8 mil · 205 votosR$ 13,6
Votos por real
- 2020, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 8,8 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.