Chico das Pedras
Eurides Cafarati Fioravante · nasceu em 1944
Chico das Pedras se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 71 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vereador · Alegrete (RS)PTB 14130· centro-direita· na urna, Cafarati Chico das Pedrassuplente599 votos
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulPTB 14130· centro-direitasuplente1.447 votos; 341º mais votado de 545 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Chico das Pedras teve 1.447 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 341º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 32 cidades. Alegrete deu 90,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Chico das Pedras declarou R$ 219,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2010 e 2012, o total subiu R$ 128,1 mil acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Chico das PedrasR$ 219,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Chico das Pedras declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Alegrete (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 58356,2%
- Fundo partidárioR$ 45543,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Alegrete (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,3 por voto. Quem venceu, Rudi Pinto, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 20,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleber Battanoli SOLIDARIEDADER$ 28 mil · 205 votosR$ 134
- Alaerte Cortelini PTR$ 26 mil · 339 votosR$ 75,3
- Paulo Salbego PPR$ 62 mil · 831 votosR$ 74,7
- Anilton Oliveira PTR$ 62 mil · 1.228 votosR$ 50,8
- Paulo Berquó PTR$ 35 mil · 767 votosR$ 46,1
- Doutora Nivia MDBR$ 49 mil · 1.075 votosR$ 46
- Mirian Suhre PPR$ 42 mil · 964 votosR$ 43,3
- Róger Severo PPR$ 38 mil · 876 votosR$ 43,2
- Maria Do Horto PTR$ 64 mil · 1.625 votosR$ 39,7
- Leoni Caldeira PPR$ 29 mil · 1.182 votosR$ 24,4
- Bolsson PPR$ 33 mil · 1.366 votosR$ 24,3
- Rudi Pinto PDTR$ 36 mil · 1.715 votosR$ 20,8
Votos por real
- 2016, vereador: 317 votos por R$ 1.000, 7,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 77 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 803 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.