Chico das Cortinas
Francisco Alves de de Souza · nasceu em 1949
Chico das Cortinas se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 7 partidos: PL (2002–2004), PRP (2012), PHS (2014), CIDADANIA (2016), REPUBLICANOS (2018), PSD (2020), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 74 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Parauapebas (PA)PRD 70· direitaNa chapa de Aurélio Goianochapa eleita92.073 votos da chapa, 58,5%
- 2020
- 2018Deputado estadual · ParáREPUBLICANOS 10444· direitasuplente4.072 votos; 160º mais votado de 633 no estado
- 2016
- 2014
- 2014
- 2012
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Chico das Cortinas teve 4.072 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 160º lugar entre 633 candidatos.
Recebeu votos em 41 cidades. Parauapebas deu 93,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Chico das Cortinas declarou R$ 629,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 594,1 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Chico das Cortinas declarou ao TSE R$ 278 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 173 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Parauapebas (PA) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.87461,2%
- TransporteR$ 2.97223,1%
- OutrosR$ 1.33710,4%
- InternetR$ 5664,4%
- EscritórioR$ 1130,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Parauapebas (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 64,8 por voto. Quem venceu, Eliene Soares, gastou R$ 25,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 25,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Coutinho MDBR$ 120 mil · 1.013 votosR$ 118
- Zacarias Marques PPR$ 184 mil · 1.898 votosR$ 96,9
- Luiz Castilho PROSR$ 245 mil · 2.612 votosR$ 93,6
- Edneis Barbosa PPR$ 68 mil · 870 votosR$ 77,7
- Sergio Da Anagráfica PSBR$ 108 mil · 1.409 votosR$ 76,9
- Odilon MDBR$ 82 mil · 1.128 votosR$ 72,8
- Elias Da Construforte PSBR$ 140 mil · 2.157 votosR$ 64,8
- Pra. Kelen Adriana PTBR$ 61 mil · 1.260 votosR$ 48,3
- Suely Guilherme PTR$ 57 mil · 1.346 votosR$ 42,6
- Braz PDTR$ 145 mil · 3.988 votosR$ 36,4
- Rafael Ribeiro MDBR$ 77 mil · 2.223 votosR$ 34,7
- Eliene Soares MDBR$ 76 mil · 2.990 votosR$ 25,5
Votos por real
- 2020, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 377 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 198 votos por R$ 1.000, 9,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.