Chico da Água
Francisco Edilson dos Santos · nasceu em 1941
Chico da Água se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSB (2004), PTB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 67 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Chico da Água declarou R$ 590,1 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Chico da ÁguaR$ 590,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Numerarios em caixaR$ 197,1 milDinheiro e aplicações
- Ve´[iculo sprinter 310 std ano 99R$ 126,2 milOutros
- Um terreno no bairro dois corregosR$ 115,9 milImóveis
- Apartamento financiado em piracicabaR$ 102,9 milImóveis
- Poupança e letreas hipotecariasR$ 33,2 milDinheiro e aplicações
- 2500 Quotas da empresa sondamar service LTDAR$ 6.741Empresas e participações
- Linha telefonica 34263763R$ 4.045Outros
- Linha telefonica 34263736R$ 4.045Outros
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chico da Água declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 35 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Piracicaba (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 14,8 mil42,6%
- EmpresasR$ 13,4 mil38,5%
- PartidoR$ 6.60819%
Para onde foi
- Material impressoR$ 24,4 mil70,1%
- OutrosR$ 6.60819%
- TransporteR$ 1.3393,8%
- InternetR$ 8032,3%
- EventosR$ 8032,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6691,9%
- EscritórioR$ 1930,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Piracicaba (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 27,2 por voto. Quem venceu, Ary Pedroso, gastou R$ 7,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,5; o mais barato, R$ 7,55.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vanderlei Dionisio CIDADANIAR$ 95 mil · 1.107 votosR$ 85,5
- Fausto Rocha PTR$ 108 mil · 1.446 votosR$ 74,4
- Rô Camolese PSDBR$ 140 mil · 2.853 votosR$ 49,2
- Professor Euclides PTR$ 73 mil · 1.915 votosR$ 38,2
- Paiva Do Sindicato PTR$ 92 mil · 2.661 votosR$ 34,6
- João Manoel PTBR$ 112 mil · 3.472 votosR$ 32,2
- Zé Pedro João Pedro PLR$ 102 mil · 3.738 votosR$ 27,2
- Márcia Pacheco PSDBR$ 63 mil · 2.496 votosR$ 25,1
- Zé Longatto PSDBR$ 79 mil · 3.962 votosR$ 20
- Capitão Gomes PPR$ 71 mil · 3.939 votosR$ 18
- Ze Luiz Sindicato PSDBR$ 143 mil · 9.018 votosR$ 15,8
- Ary Pedroso PDTR$ 63 mil · 8.312 votosR$ 7,55
Votos por real
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 397 votos por R$ 1.000, 9,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.