Chico Cobra
Francisco Pereira dos Santos · nasceu em 1939
Chico Cobra se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PDT (2004–2008), DEM (2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 77 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chico Cobra declarou R$ 227,5 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 42,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Chico CobraR$ 227,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Chico Cobra declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 35 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Macaíba (RN) · PP · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PartidoR$ 1.03685,3%
- Outros candidatosR$ 17814,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.03685,3%
- Material impressoR$ 17814,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Macaíba (RN), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,4 por voto. Quem venceu, Silvan Freitas, gastou R$ 8,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 28,5; o mais barato, R$ 8,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Nasser PSDR$ 19 mil · 683 votosR$ 28,5
- Edma Maia PSDR$ 32 mil · 1.415 votosR$ 22,5
- Ismarleide Duarte PSBR$ 18 mil · 945 votosR$ 19,5
- Emidio Jr PLR$ 43 mil · 2.313 votosR$ 18,5
- Jefferson Stanley PODER$ 14 mil · 803 votosR$ 17,9
- Netinho França SOLIDARIEDADER$ 43 mil · 2.722 votosR$ 15,7
- João De Damião PSBR$ 19 mil · 1.202 votosR$ 15,4
- Denilson Gadelha CIDADANIAR$ 17 mil · 1.587 votosR$ 10,9
- Rita PSDR$ 19 mil · 1.724 votosR$ 10,8
- Socorro Nogueira PSBR$ 14 mil · 1.439 votosR$ 9,59
- Gerson PSBR$ 17 mil · 1.857 votosR$ 8,91
- Silvan Freitas PSBR$ 14 mil · 1.636 votosR$ 8,56
Votos por real
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.