Apuração
Vereador · 2016 · PSL

Chico Bambu

Francisco de Assis da Silva · nasceu em 1964

Chico Bambu se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2012PSDB2016PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2012), PSL (2016).

VereadorPartidoPSDBPSL20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSL 17000· direita
    suplente
  2. 2012
    PSDB 45456· centro-direita
    suplente
  3. 2008
    PSDB 45125· centro-direita
    suplente178 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Chico Bambu declarou R$ 476 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 457,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 476 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 293.000 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.

  • Chico BambuR$ 476 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 476 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Uma casa residencialR$ 260 mil
    Outros bens imóveis
  2. Lote de terrenoR$ 65 mil
    Terreno
  3. Trator ford 6.610R$ 56,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Gol G5, ano 2012/2012, placa OGI-9300R$ 53,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Trator valmetR$ 40,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Chico Bambu declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Cachoeira Dourada (GO) · PSL · suplente

De onde veio

R$ 2.884
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.884.
  1. Próprio bolsoR$ 2.40383,3%
  2. Outros candidatosR$ 48116,7%

Para onde foi

R$ 2.863
O maior gasto foi com pessoal: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.863.
  1. PessoalR$ 1.89966,3%
  2. Material impressoR$ 79527,8%
  3. ServiçosR$ 1685,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira Dourada (GO), 2016

Mediana da disputa: R$ 58,3 por voto. Quem venceu, Netinho, gastou R$ 32,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 669; o mais barato, R$ 32,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Pretim PROSR$ 7,4 mil · 11 votosR$ 669
  • Dayane Moura PHSR$ 9,6 mil · 16 votosR$ 598
  • Ricardo Boiadeiro PROSR$ 8,6 mil · 17 votosR$ 506
  • Adriano Do Gás PDTR$ 9,3 mil · 83 votosR$ 112
  • Tunicão PDTR$ 15 mil · 161 votosR$ 90,5
  • Emerson PSDR$ 11 mil · 146 votosR$ 74,5
  • Stenio Pratti PSDR$ 10 mil · 180 votosR$ 58,3
  • Tuniquinho PTBR$ 11 mil · 244 votosR$ 46,5
  • Arlene Castanheira MDBR$ 13 mil · 289 votosR$ 43,8
  • Neilton Filezao PSBR$ 15 mil · 414 votosR$ 36,6
  • Robertinho MDBR$ 14 mil · 417 votosR$ 33,4
  • Netinho MDBR$ 10 mil · 311 votosR$ 32,1

Votos por real

  • 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.