Chicão
Aldecir Roberto Fernandes · nasceu em 1973
Chicão se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 3 partidos: PDT (2004), PSL (2010), PDT (2020), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2010Deputado estadual · Mato Grosso do SulPSL 17123· direita· na urna, Chicão Caarapósuplente1.153 votos; 88º mais votado de 240 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Chicão teve 1.153 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 88º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 19 cidades. Caarapó deu 63,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Chicão declarou R$ 110,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 53 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.
- ChicãoR$ 110,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Chicão declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Caarapó (MS) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.69834,7%
- PessoalR$ 4.86729,7%
- TransporteR$ 3.64622,2%
- OutrosR$ 1.0946,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.0726,5%
- EscritórioR$ 280,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Caarapó (MS), 2024
Chicão: R$ 44,8 por voto (mediana da disputa, R$ 22,4). Quem venceu, Sandro Pacheco, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 259; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chicão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sidinei Carmo PSDBR$ 15 mil · 58 votosR$ 259
- Cobrinha REPUBLICANOSR$ 9,7 mil · 148 votosR$ 65,6
- Chicão PSDBR$ 16 mil · 366 votosR$ 44,8
- Marinalva Farias PSDBR$ 16 mil · 651 votosR$ 25,2
- Gilsinho PSDBR$ 11 mil · 455 votosR$ 24
- Bagaceira PSDR$ 11 mil · 464 votosR$ 23,6
- Nado Tozzi PODER$ 8,2 mil · 366 votosR$ 22,4
- Professora Marcela PSDR$ 10 mil · 473 votosR$ 22
- Nilsinho PSDBR$ 11 mil · 528 votosR$ 20,7
- Cacique Jorginho PSDBR$ 7,9 mil · 463 votosR$ 17
- Gilberto Segovia PSDBR$ 12 mil · 765 votosR$ 15,7
- Sandro Pacheco PSDBR$ 11 mil · 1.009 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2024, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 323 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 59 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.