Chicão
Francisco Carlos de Nascimento · nasceu em 1977
Chicão se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Chicão declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 46,3 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chicão declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 20 mil, 76% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ibateguara (AL) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.90669,7%
- Próprio bolsoR$ 1.69830,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.34459%
- TransporteR$ 84937,3%
- EscritórioR$ 853,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Ibateguara (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 61,7 por voto. Quem venceu, Allan De Didinha, gastou R$ 20,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 998; o mais barato, R$ 20,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Daniel Santos MDBR$ 8 mil · 8 votosR$ 998
- Renata MDBR$ 8 mil · 20 votosR$ 398
- Nilda De Zé Cícero MDBR$ 9,1 mil · 30 votosR$ 303
- Vaninho Padeiro MDBR$ 8 mil · 59 votosR$ 135
- Elaine Duda MDBR$ 11 mil · 91 votosR$ 115
- Arlindo Do Sindicato MDBR$ 8,8 mil · 131 votosR$ 67,2
- Patrício Filho MDBR$ 9,6 mil · 155 votosR$ 61,7
- Geane Móveis MDBR$ 11 mil · 224 votosR$ 49
- Dil Aleijado MDBR$ 9,5 mil · 333 votosR$ 28,5
- Sandro Veloso MDBR$ 13 mil · 447 votosR$ 28
- Gustavo Farias MDBR$ 11 mil · 413 votosR$ 25,9
- Allan De Didinha MDBR$ 11 mil · 564 votosR$ 20,3
Votos por real
- 2020, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 7,8 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.