Cherem
Vagner Cherem Guedes · nasceu em 1978
Cherem se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 6 partidos: PL (2004), PSOL (2010), DEM (2012), MDB (2016), CIDADANIA (2018), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroCIDADANIA 23123· centrosuplente1.663 votos; 569º mais votado de 2.242 no estado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroPSOL 50618· esquerdasuplente822 votos; 646º mais votado de 1.514 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Cherem teve 1.663 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 569º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 57 cidades. Itatiaia deu 65,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,9%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cherem declarou R$ 11,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 3.369 acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Cherem declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 15 mil, 64% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itatiaia (RJ) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 28350%
- Próprio bolsoR$ 28350%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itatiaia (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,8 por voto. Quem venceu, Bruno Diniz, gastou R$ 3,67 por voto. O voto mais caro custou R$ 295; o mais barato, R$ 3,67.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Vânia Magalhães PLR$ 7,1 mil · 24 votosR$ 295
- Adriana Fontes PPR$ 7,5 mil · 115 votosR$ 65,2
- Professora Roseli DCR$ 7,8 mil · 131 votosR$ 59,9
- Fabíola Rodrigues PSOLR$ 4 mil · 68 votosR$ 58,9
- Mauricio De Penedo AVANTER$ 5,2 mil · 90 votosR$ 57,5
- Leonardo PPR$ 14 mil · 323 votosR$ 43,8
- Carlinhos Do Trem De Minas PTBR$ 5,3 mil · 203 votosR$ 26,4
- Joel Do Tô Atoa PTBR$ 4,2 mil · 288 votosR$ 14,6
- Vander PPR$ 4 mil · 438 votosR$ 9,15
- João Marcio PSCR$ 4,5 mil · 699 votosR$ 6,48
- Bruno Diniz SOLIDARIEDADER$ 3,5 mil · 964 votosR$ 3,67
Votos por real
- 2020, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 152 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 172 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.