Cheiroso
Cicero Jose Lopes da Silva · nasceu em 1973
Cheiroso se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: DEM (2008), PP (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cheiroso declarou R$ 9.748 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 603,8 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cheiroso declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 31 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mata Grande (AL) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.66372,2%
- Próprio bolsoR$ 1.79727,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.24266,5%
- ServiçosR$ 2.13733,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Mata Grande (AL), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,6 por voto. Quem venceu, Zé Jorge, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 92,5; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Luzia De Caica PPR$ 11 mil · 115 votosR$ 92,5
- Rodolfo Izidoro MDBR$ 20 mil · 602 votosR$ 32,9
- Silvana Lou PSBR$ 19 mil · 673 votosR$ 28,3
- Juliana De Tino Reis PRPR$ 11 mil · 479 votosR$ 23,1
- Nenen PSDR$ 15 mil · 654 votosR$ 22,8
- Josivania Freitas PSBR$ 12 mil · 594 votosR$ 20,6
- Teomar Brandão PPR$ 11 mil · 548 votosR$ 20
- Diana Brandao PPR$ 14 mil · 728 votosR$ 18,8
- Joseval Costa PPR$ 17 mil · 921 votosR$ 18,5
- Orlando Ferraz PPR$ 16 mil · 842 votosR$ 18,4
- Zé Jorge PSDBR$ 10 mil · 584 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2016, vereador: 5,6 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 3,6 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.