Chefinho
Antonio Dias Ribeiro · nasceu em 1951
Chefinho se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2006), MOBILIZA (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroDEM 2500· direitasuplente3.016 votos; 237º mais votado de 707 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Chefinho teve 3.016 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 237º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 50 cidades. Mesquita deu 40,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Chefinho declarou R$ 471,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 471,4 mil acima da inflação.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Chefinho declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Mesquita (RJ) · MOBILIZA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.16356,2%
- Outros candidatosR$ 3.25043,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.98753,8%
- OutrosR$ 3.25043,8%
- EscritórioR$ 1772,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Mesquita (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 30,3 por voto. Quem venceu, Marcelo Canto, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Quintanilha PTR$ 44 mil · 434 votosR$ 102
- Pé De Bleck MDBR$ 24 mil · 457 votosR$ 52,7
- Rui Aguiar PVR$ 65 mil · 1.361 votosR$ 47,9
- Cristina PPR$ 34 mil · 890 votosR$ 38,3
- Nakan PTR$ 82 mil · 2.255 votosR$ 36,4
- Gilmar Montozo PLR$ 43 mil · 1.400 votosR$ 30,9
- Ivo Barbosa REPUBLICANOSR$ 33 mil · 1.097 votosR$ 30,3
- Gelsinho Guerreiro PSCR$ 58 mil · 2.272 votosR$ 25,7
- Taffarel PTR$ 33 mil · 1.933 votosR$ 16,9
- Marcelo Canto PLR$ 37 mil · 2.267 votosR$ 16,2
- Gelson Henrique MOBILIZAR$ 32 mil · 2.033 votosR$ 15,7
- Leonardo Andrade PSCR$ 27 mil · 1.981 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.