Apuração
Deputado estadual · 2014 · PSB

Charles Flandiney

Charles Flandiney Pinto de Souza · nasceu em 1968

Charles Flandiney disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Pará), pelo PSB: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,26← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSB2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 46 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Pará
    PSB 40808· centro-esquerda
    suplente1.083 votos; 271º mais votado de 650 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Charles Flandiney teve 1.083 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 271º lugar entre 650 candidatos.

Recebeu votos em 36 cidades. Bujaru deu 38,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,3%.

1.083 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.083 votos.
  1. Bujaru (PA)421 votos38,9%
  2. Belém (PA)420 votos38,8%
  3. Ananindeua (PA)40 votos3,7%
  4. Marapanim (PA)18 votos1,7%
  5. Maracanã (PA)14 votos1,3%
  6. Outras 21 cidades73 votos6,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Charles Flandiney declarou R$ 349,1 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.

R$ 349,1 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 180.000 na declaração)

Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Pará em 2014.

  • Charles FlandineyR$ 349,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 58,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 349,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Charles Flandiney declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, em reais de hoje, 33% de dinheiro público.

2014 · Deputado estadual · Pará · PSB · suplente

De onde veio

R$ 24,6 mil
33% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 8.20833,4%
  2. Próprio bolsoR$ 1.9207,8%
  3. PessoasR$ 9603,9%
  4. PartidoR$ 9603,9%

Para onde foi

R$ 28,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 9603,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pará, 2014

Mediana da disputa: R$ 26,7 por voto. Quem venceu, Júnior Ferrari, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 10,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 38 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.