Charles Felizardo
Charles Felizardo da Cunha · nasceu em 1978
Charles Felizardo se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2016), DC (2018), MOBILIZA (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, superior completo, empresário, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Charles Felizardo teve 745 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 528º lugar entre 825 candidatos.
Recebeu votos em 80 cidades. Medina deu 41,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Charles Felizardo declarou R$ 331,4 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 316,8 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Charles FelizardoR$ 331,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Charles Felizardo declarou ao TSE R$ 89 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 60 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Medina (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.83745,8%
- Próprio bolsoR$ 1.82445,5%
- Outros candidatosR$ 3508,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.11585,1%
- InternetR$ 54714,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Medina (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 57,6 por voto. Quem venceu, Tatyana Da Saúde, gastou R$ 25,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.288; o mais barato, R$ 25,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Kalline REPUBLICANOSR$ 14 mil · 6 votosR$ 2.288
- Neguinho De Zé Pedro REPUBLICANOSR$ 12 mil · 16 votosR$ 727
- Catiane Lopes REPUBLICANOSR$ 11 mil · 24 votosR$ 456
- Elza Do Salão REPUBLICANOSR$ 11 mil · 25 votosR$ 445
- Jeronimo De Tuparecê REPUBLICANOSR$ 9,3 mil · 73 votosR$ 128
- Marquinhos Beltrão REPUBLICANOSR$ 9,8 mil · 170 votosR$ 57,6
- Dr Venilson REPUBLICANOSR$ 7,1 mil · 126 votosR$ 56,6
- Lila PSBR$ 14 mil · 280 votosR$ 50,7
- Fred REPUBLICANOSR$ 15 mil · 477 votosR$ 31
- Fá Da Baixada REPUBLICANOSR$ 18 mil · 631 votosR$ 28,4
- Tatyana Da Saúde REPUBLICANOSR$ 12 mil · 458 votosR$ 25,5
Votos por real
- 2024, vereador: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 5,5 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 57 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 4,4 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.