Charles Cozzolino
nasceu em 1958
Charles Cozzolino se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2026, e foi eleito em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PAN (2006), PTB (2010), MDB (2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2026: 68 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026
- 2010
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroPAN 2614· sem classificaçãosuplente39.145 votos; 54º mais votado de 707 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Charles Cozzolino teve 39.145 votos para deputado federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 54º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 66 cidades. Magé deu 72,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2006, Charles Cozzolino declarou ao TSE R$ 451 mil em receitas, em reais de hoje.
2006 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PAN · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 3.2630,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 13,1 mil2,9%
- ServiçosR$ 8.8992%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2006
Mediana da disputa: R$ 18,9 por voto. Quem venceu, Fernando Gabeira, gastou R$ 5,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,8; o mais barato, R$ 5,09.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Itagiba MDBR$ 4 milhões · 70.057 votosR$ 57,8
- Marcio Fortes PSDBR$ 3 milhões · 51.136 votosR$ 57,8
- Luiz Eduardo Soares CIDADANIAR$ 715 mil · 15.561 votosR$ 46
- Itamar Serpa PSDBR$ 1,4 milhão · 31.212 votosR$ 44,1
- Arolde De Oliveira DEMR$ 1,8 milhão · 61.440 votosR$ 29,7
- Luiz Sergio PTR$ 2,3 milhões · 78.781 votosR$ 29
- Julio Lopes PPR$ 2,7 milhões · 93.513 votosR$ 28,9
- Indio Da Costa DEMR$ 2,4 milhões · 91.538 votosR$ 26,4
- Laura Carneiro DEMR$ 751 mil · 29.495 votosR$ 25,5
- Jorge Bittar PTR$ 2 milhão · 79.947 votosR$ 24,7
- Otavio Leite PSDBR$ 2 milhões · 90.629 votosR$ 22,6
- Silvio Lopes PSDBR$ 1,4 milhão · 64.228 votosR$ 21,3
- João Mendes PSDBR$ 791 mil · 38.078 votosR$ 20,8
- Eduardo Cunha MDBR$ 2,6 milhões · 130.773 votosR$ 20,2
- Carlos Santana PTR$ 1,2 milhão · 61.792 votosR$ 19
- Chico D Angelo PTR$ 1,3 milhão · 68.918 votosR$ 18,9
- Leonardo Picciani MDBR$ 3,3 milhões · 173.211 votosR$ 18,8
- Miro Teixeira PDTR$ 1,2 milhão · 68.352 votosR$ 17,3
- Filipe Rio De Cara Nova PSCR$ 849 mil · 51.062 votosR$ 16,6
- Alexandre Santos MDBR$ 1,3 milhão · 80.855 votosR$ 16,5
- Sandro Matos PTBR$ 1,4 milhão · 88.951 votosR$ 16,2
- Rodrigo Maia DEMR$ 2,9 milhões · 235.111 votosR$ 12,4
- Ezequiel MDBR$ 1,3 milhão · 111.017 votosR$ 12
- Rodrigo Bethlem MDBR$ 704 mil · 58.975 votosR$ 11,9
- Pudim MDBR$ 3,1 milhões · 272.457 votosR$ 11,3
- Deley PSCR$ 727 mil · 72.710 votosR$ 10,00
- Hugo Leal PSCR$ 1,1 milhão · 112.789 votosR$ 9,54
- Simao Sessim PPR$ 806 mil · 95.955 votosR$ 8,40
- Andreia Zito PSDBR$ 1,3 milhão · 190.413 votosR$ 6,85
- Fernando Gabeira PVR$ 1,5 milhão · 293.057 votosR$ 5,09
Votos por real
- 2006, deputado federal: 87 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.