Apuração
Deputado estadual · 2026 · MDB

Charles Cozzolino

nasceu em 1958

Charles Cozzolino se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2026, e foi eleito em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PTB2026MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PAN (2006), PTB (2010), MDB (2026).

Dep. federalDep. estadualPartidoPANPTBMDB’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2026: 68 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    MDB 15111· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2010
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PTB 1426· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2006
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PAN 2614· sem classificação
    suplente39.145 votos; 54º mais votado de 707 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Charles Cozzolino teve 39.145 votos para deputado federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 54º lugar entre 707 candidatos.

Recebeu votos em 66 cidades. Magé deu 72,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.

39.145 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 39.145 votos.
  1. Magé (RJ)28.493 votos72,8%
  2. Rio de Janeiro (RJ)2.690 votos6,9%
  3. Guapimirim (RJ)2.377 votos6,1%
  4. Duque de Caxias (RJ)1.999 votos5,1%
  5. São Gonçalo (RJ)900 votos2,3%
  6. Outras 51 cidades363 votos0,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Charles Cozzolino declarou ao TSE R$ 451 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PAN · suplente

De onde veio

R$ 451,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 451,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PartidoR$ 3.2630,7%

Para onde foi

R$ 450,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 450,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 13,1 mil2,9%
  2. ServiçosR$ 8.8992%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2006

Mediana da disputa: R$ 18,9 por voto. Quem venceu, Fernando Gabeira, gastou R$ 5,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,8; o mais barato, R$ 5,09.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 87 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.