Charles de Mauro
Mauro Charles Alkmim Rocha · nasceu em 1971
Charles de Mauro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2012), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Charles de Mauro declarou R$ 783,1 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 688,7 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Charles de MauroR$ 783,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um sitio localizado no lugar denominado jacareR$ 243,7 milTerreno rural
- Um sitio localizado no lugar denominado jacareR$ 243,7 milTerreno rural
- Uma casa com ponto comercial na avenida geraldo ataideR$ 195 milCasa
- Uma casa residencial na rua elpidia alkmimR$ 65 milCasa
- Um veiculo pick up estrada pola HCQ-2369R$ 22,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em mãosR$ 13 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Charles de Mauro declarou ao TSE R$ 9,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Patis (MG) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Patis (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,2 por voto. Quem venceu, Thiago Enfermeiro, gastou R$ 8,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 301; o mais barato, R$ 8,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Viviane Ferreira PSDBR$ 2,7 mil · 9 votosR$ 301
- Antônio Marcos Nego PSDBR$ 2,1 mil · 34 votosR$ 62,4
- Élia Da Saúde PSDBR$ 2,8 mil · 48 votosR$ 59
- Domingos Afonso PSDBR$ 2,1 mil · 45 votosR$ 47,2
- Eb Do Cabaceiro PSDBR$ 1,9 mil · 40 votosR$ 46,4
- Chirley Bá PSDBR$ 4,1 mil · 107 votosR$ 38,5
- Rozangela Nana De Joao Lima PSDBR$ 2,8 mil · 139 votosR$ 20,2
- Pedrão PSDBR$ 2 mil · 105 votosR$ 19
- Toninho Batista PSDBR$ 2,1 mil · 189 votosR$ 10,9
- Adair De Casa Nova PSDBR$ 2,6 mil · 261 votosR$ 9,96
- Jarbas De Adão PSDBR$ 2,1 mil · 220 votosR$ 9,65
- Thiago Enfermeiro PSDBR$ 2,1 mil · 262 votosR$ 8,10
Votos por real
- 2020, vereador: 128 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 161 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 181 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.