Apuração
Vereador · 2020 · PSD

Prof Luiz Antonio Chacrinha

Luiz Antonio de Bastos Andrade · nasceu em 1956

Prof Luiz Antonio Chacrinha se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSL2008PSL2010PSL2016PSD2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSL (2004–2010), PSD (2016–2020).

Dep. federalVereadorPartidoPSLPSD’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Lavras (MG)
    PSD 55678· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Lavras (MG)
    PSD 55678· direita· na urna, Prof Luiz Antônio Chacrinha
    suplente550 votos
  3. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSL 1717· direita· na urna, Chacrinha da Ufla
    suplente5.149 votos; 149º mais votado de 524 no estado
  4. 2008
    Vereador · Lavras (MG)
    PSL 17171· direita· na urna, Chacrinha
    suplente718 votos
  5. 2004
    Vereador · Lavras (MG)
    PSL 17171· direita· na urna, Chacrinha
    não eleito991 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Prof Luiz Antonio Chacrinha teve 5.149 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 149º lugar entre 524 candidatos.

Recebeu votos em 172 cidades. Lavras deu 63,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,5%.

5.149 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.149 votos.
  1. Lavras (MG)3.289 votos63,9%
  2. Perdões (MG)841 votos16,3%
  3. Belo Horizonte (MG)226 votos4,4%
  4. Santo Antônio do Amparo (MG)35 votos0,7%
  5. Varginha (MG)32 votos0,6%
  6. Outras 157 cidades490 votos9,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Prof Luiz Antonio Chacrinha declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 56 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 577,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 837.411 na declaração)

Declarou 56 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Prof Luiz Antonio ChacrinhaR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Localizada rua edgar teixeiraR$ 740 mil
    Casa
  2. Em conjunto maria tereza alvarenga rodriguesR$ 143,6 mil
    Apartamento
  3. Conjunto maria tereza alvarenga rodriguesR$ 132,9 mil
    Apartamento
  4. Fiat cronos driveR$ 95 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Veiculo VW gol 1.0R$ 48,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Saldo em caderneta de poupançaR$ 43,3 mil
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Prof Luiz Antonio Chacrinha declarou ao TSE R$ 188 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 138 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Lavras (MG) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 5.771
0,7% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.771.
  1. Próprio bolsoR$ 5.37893,2%
  2. Outros candidatosR$ 3936,8%

Para onde foi

R$ 5.378
O maior gasto foi com pessoal: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.378.
  1. PessoalR$ 3.65067,9%
  2. Material impressoR$ 1.67131,1%
  3. TransporteR$ 571,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Lavras (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 30,2 por voto. Quem venceu, Delegada Ana Paula, gastou R$ 4,28 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,4; o mais barato, R$ 4,28.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 37 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.