Apuração
Vereador · 2008 · PL

Chacrinha

Nilo Arthur Perin · nasceu em 1941

Chacrinha disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Sorriso (MT)), pelo PL: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 67 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Sorriso (MT)
    PL 22022· direita
    eleito1.241 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Chacrinha declarou R$ 276,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 276,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 102.522 na declaração)

Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.

  • ChacrinhaR$ 276,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 276,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Chacrinha declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Sorriso (MT) · PL · eleito

De onde veio

R$ 54,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 54,4 mil.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 43,4 mil79,7%
  2. PartidoTudo de Eleição 2008 Comite Financeiro Municipal Unico Mt PrR$ 11 mil20,3%

Para onde foi

R$ 54,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 54,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal33 pessoas, não nomeadasR$ 41,1 mil75,6%
  2. OutrosR$ 2.3324,3%
  3. ServiçosR$ 1.5102,8%
  4. TransporteR$ 1.3392,5%
  5. EscritórioR$ 3640,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Sorriso (MT), 2008

Mediana da disputa: R$ 134 por voto. Quem venceu, Polesello, gastou R$ 66,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.426; o mais barato, R$ 66,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Tapioca PLR$ 80 mil · 33 votosR$ 2.426
  • Vanor Basso PLR$ 135 mil · 231 votosR$ 585
  • Cledson Cuia PVR$ 75 mil · 182 votosR$ 412
  • Pedro César PLR$ 66 mil · 234 votosR$ 284
  • Jaburu PSBR$ 116 mil · 598 votosR$ 193
  • Krzysanski Ou Fabrício PSBR$ 73 mil · 438 votosR$ 166
  • Ciro PDTR$ 64 mil · 477 votosR$ 134
  • Dr. João Matos PTBR$ 61 mil · 547 votosR$ 111
  • Bruno PDTR$ 86 mil · 837 votosR$ 103
  • Professora Marisa PSBR$ 92 mil · 955 votosR$ 96,1
  • Chagas PLR$ 65 mil · 843 votosR$ 76,8
  • Polesello PTBR$ 84 mil · 1.263 votosR$ 66,6

Votos por real

  • 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.