Cesinha
Paulo Cesar Lopes · nasceu em 1958
Cesinha se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cesinha declarou R$ 46 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- CesinhaR$ 46 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cesinha declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Monte Alegre de Minas (MG) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Alegre de Minas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,3 por voto. Quem venceu, Roberto Enfermeiro, gastou R$ 5,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 312; o mais barato, R$ 5,68.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Angélica REPUBLICANOSR$ 8,4 mil · 27 votosR$ 312
- Dr Adriel MDBR$ 9,8 mil · 284 votosR$ 34,6
- Sargento Jairo PDTR$ 7,1 mil · 229 votosR$ 31,1
- Chicão PDTR$ 7,1 mil · 423 votosR$ 16,7
- Douglas Mamede Da Radio PSBR$ 4,7 mil · 291 votosR$ 16,2
- Adelson Do Açougue MDBR$ 2,5 mil · 204 votosR$ 12,3
- Nega Do Vino MDBR$ 3,5 mil · 288 votosR$ 12,3
- Ademar Do Abacaxi PSDR$ 7 mil · 601 votosR$ 11,6
- Samir Tannus MDBR$ 3,9 mil · 419 votosR$ 9,24
- Vereadora Mara PSDR$ 3,2 mil · 445 votosR$ 7,19
- Siqueira Junior REPUBLICANOSR$ 2,2 mil · 368 votosR$ 5,86
- Roberto Enfermeiro PSDR$ 5,8 mil · 1.020 votosR$ 5,68
Votos por real
- 2016, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.