Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PODE

Cesinha

Pedro Cesar da Silva Faraco · nasceu em 1959

Cesinha se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSC2008PSC2012PP2016PSB2020PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PSC (2004–2008), PP (2012), PSB (2016), PODE (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSCPPPSBPODE’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Criciúma (SC)
    PODE 19· direita
    chapa não eleita1.440 votos da chapa, 1,5%
  2. 2016
    Vereador · Criciúma (SC)
    PSB 40777· centro-esquerda
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Criciúma (SC)
    PP 11777· direita
    suplente
  4. 2008
    Vereador · Criciúma (SC)
    PSC 20777· direita
    não eleito
  5. 2004
    Vereador · Criciúma (SC)
    PSC 20777· direita· na urna, Cezinha
    não eleito1.881 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Cesinha declarou R$ 60,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 44,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 60,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 42.400 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 60,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Cesinha declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 34 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Criciúma (SC) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 10 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10 mil.
  1. PessoasR$ 5.66756,4%
  2. Próprio bolsoR$ 3.48334,7%
  3. PartidoR$ 8998,9%

Para onde foi

R$ 10,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 77% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,1 mil.
  1. Material impressoR$ 7.70776,6%
  2. TransporteR$ 1.49114,8%
  3. EscritórioR$ 5365,3%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 3243,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Criciúma (SC), 2016

Mediana da disputa: R$ 21,8 por voto. Quem venceu, Arleu Da Silveira, gastou R$ 11,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 54,8; o mais barato, R$ 11,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 263 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.