Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PP

Cesar Rocha

Cesar Ferreira da Rocha · nasceu em 1966

Cesar Rocha se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,52← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008REPUBLICANOS2012REPUBLICANOS2016REPUBLICANOS2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2008–2016), PP (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoREPUBLICANOSPP2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Petrolina de Goiás (GO)
    PP 11· direita
    Na chapa de Dalton Vieira
    chapa não eleita2.448 votos da chapa, 42,7%
  2. 2016
    REPUBLICANOS 10000· direita
    suplente240 votos
  3. 2012
    REPUBLICANOS 10000· direita
    eleito249 votos
  4. 2008
    REPUBLICANOS 10000· centro-direita
    eleito349 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Cesar Rocha declarou R$ 178,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 379,4 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 178,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 110.000 na declaração)

Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.

  • Cesar RochaR$ 178,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 178,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Cesar Rocha declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Petrolina de Goiás (GO) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 7.539
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.539.
  1. PessoasR$ 2.91538,7%
  2. Próprio bolsoR$ 2.59134,4%
  3. Outros candidatosR$ 1.91125,3%
  4. PartidoR$ 1231,6%

Para onde foi

R$ 7.539
O maior gasto foi com transporte: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.539.
  1. TransporteR$ 4.17855,4%
  2. Material impressoR$ 2.63935%
  3. PessoalR$ 6488,6%
  4. EscritórioR$ 600,8%
  5. ServiçosR$ 150,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Petrolina de Goiás (GO), 2016

Mediana da disputa: R$ 67,2 por voto. Quem venceu, Tiago Cigano, gastou R$ 31,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.749; o mais barato, R$ 31,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Marquim Do Batedor PSDBR$ 12 mil · 7 votosR$ 1.749
  • Inacim MDBR$ 14 mil · 28 votosR$ 508
  • Claudinha PC do BR$ 12 mil · 25 votosR$ 478
  • Dejair Do Beg MDBR$ 33 mil · 230 votosR$ 145
  • Neguinho Da Garagem AGIRR$ 12 mil · 96 votosR$ 125
  • Reis Da Eletronica PLR$ 14 mil · 115 votosR$ 125
  • Dirceu Da Saúde PPR$ 13 mil · 188 votosR$ 67,2
  • Claudio Neias PRTBR$ 17 mil · 276 votosR$ 60
  • Iraci Pedrosa PSDBR$ 14 mil · 243 votosR$ 59,6
  • Jovair PPR$ 15 mil · 354 votosR$ 43,7
  • Cilio Do Padre MDBR$ 12 mil · 288 votosR$ 42,5
  • Tiago Cigano PC do BR$ 14 mil · 451 votosR$ 31,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.