Celsin Callegario
Antonio Celso Callegario Filho · nasceu em 1991
Celsin Callegario se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2012 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSC (2012), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 25 anos, ensino médio, gerente, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Celsin Callegario declarou R$ 96,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 30,4 mil acima da inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.
- Celsin CallegarioR$ 96,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 121 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Etios sd xlx 2014R$ 48 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- GM celta 4 p life ano 2005R$ 20,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta honda xre 300 ano 2009R$ 15 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 8.700Caderneta de poupança
- BanestesR$ 1.836Caderneta de poupança
- Banco itaúR$ 1.656Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Celsin Callegario declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Castelo (ES) · PV · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.02957,9%
- Próprio bolsoR$ 3.28737,8%
- Outros candidatosR$ 3764,3%
Para onde foi
- Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 3.28737,8%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.37815,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1621,9%
- EscritórioR$ 3< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Castelo (ES), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,9 por voto. Quem venceu, Renato Do Açougue, gastou R$ 27,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 76,4; o mais barato, R$ 27,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tarcísio Módolo PDTR$ 17 mil · 229 votosR$ 76,4
- Romarinho Sport PDTR$ 21 mil · 284 votosR$ 73,1
- Gerson Piassi DEMR$ 28 mil · 392 votosR$ 71,3
- Prof. Douglas Falçoni PPR$ 23 mil · 407 votosR$ 55,5
- Vermelho SOLIDARIEDADER$ 26 mil · 565 votosR$ 46,7
- Tico Da Auto Escola MOBILIZAR$ 16 mil · 353 votosR$ 46,6
- Domingos Fracaroli PSDBR$ 25 mil · 556 votosR$ 44,9
- Renato Bueno PSBR$ 16 mil · 394 votosR$ 39,8
- Dimas Luzório PSBR$ 19 mil · 510 votosR$ 38,2
- Éverton Zanuncio PDTR$ 15 mil · 413 votosR$ 36,5
- Paulo Ivan Casagrande PVR$ 22 mil · 726 votosR$ 29,8
- Renato Do Açougue SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 632 votosR$ 27,3
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.