Apuração
Deputado federal · 2018 · PSOL

Célio Turino

Célio Roberto Turino de Miranda · nasceu em 1961

Célio Turino se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,68← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PC do B2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PC do B (2010), PSOL (2018).

Dep. federalPartidoPC do BPSOL20102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 57 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5088· esquerda
    suplente9.074 votos; 276º mais votado de 1.483 no estado
  2. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PC do B 6513· esquerda
    suplente10.736 votos; 232º mais votado de 1.030 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Célio Turino teve 9.074 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 276º lugar entre 1.483 candidatos.

Recebeu votos em 299 cidades. São Paulo deu 47,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 70,3%.

9.074 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 9.074 votos.
  1. São Paulo (SP)4.335 votos47,8%
  2. Campinas (SP)578 votos6,4%
  3. Ribeirão Preto (SP)192 votos2,1%
  4. Sorocaba (SP)154 votos1,7%
  5. Guarulhos (SP)142 votos1,6%
  6. Outras 284 cidades2.694 votos29,7%
As outras 1 eleições para deputado
10.736 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 10.736 votos.
  1. São Paulo (SP)2.498 votos23,3%
  2. Campinas (SP)1.324 votos12,3%
  3. Ribeirão Preto (SP)390 votos3,6%
  4. Americana (SP)318 votos3%
  5. Mogi das Cruzes (SP)318 votos3%
  6. Outras 270 cidades4.010 votos37,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Célio Turino declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.016.100 na declaração)

Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.

  • Célio TurinoR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 1,2 mi
    Apartamento
  2. #Nulo#R$ 182,6 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. #Nulo#R$ 88,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. #Nulo#R$ 28,8 mil
    Moeda estrangeira em espécie
  5. #Nulo#R$ 22,8 mil
    Conta corrente no país
  6. #Nulo#R$ 6.392
    Moeda estrangeira em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Célio Turino declarou ao TSE R$ 623 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 526 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · São Paulo · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 96,8 mil
35% veio de fundos públicos; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 96,8 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 34,4 mil35,5%
  2. Próprio bolsoR$ 27 mil27,9%
  3. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 16,7 mil17,2%
  4. VaquinhaTudo de Multitude Assessoria LtdaR$ 15,5 mil16%
  5. Outros candidatosR$ 3.0163,1%
  6. OutrosR$ 2730,3%

Para onde foi

R$ 96,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 96,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EventosR$ 1.8852%
  2. EscritórioR$ 1.4631,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Celso Russomanno, gastou R$ 6,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 6,08.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 94 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 21 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.