Célio Santos
José Célio dos Santos · nasceu em 1967
Célio Santos se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2006), PSB (2008), PT (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2012
- 2008
- 2006Deputado federal · São PauloCIDADANIA 2346· centrosuplente2.245 votos; 469º mais votado de 952 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Célio Santos teve 2.245 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 469º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 177 cidades. Ferraz de Vasconcelos deu 37,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Célio Santos declarou R$ 224,1 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 148,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Célio SantosR$ 224,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Célio Santos declarou ao TSE R$ 142 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 54 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ferraz de Vasconcelos (SP) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.18565,3%
- PessoasR$ 2.26428,5%
- Fundo eleitoralR$ 4906,2%
Para onde foi
- InternetR$ 6.93493,1%
- EscritórioR$ 2823,8%
- Material impressoR$ 2343,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Ferraz de Vasconcelos (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 53,8 por voto. Quem venceu, Tonho, gastou R$ 21,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 486; o mais barato, R$ 21,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carmen Lucia PVR$ 31 mil · 64 votosR$ 486
- Cris Torquato PLR$ 50 mil · 167 votosR$ 297
- Dr. Cleber Coutinho DCR$ 32 mil · 121 votosR$ 261
- Cida Izidro SOLIDARIEDADER$ 66 mil · 271 votosR$ 244
- Kaká PODER$ 84 mil · 1.322 votosR$ 63,2
- Luiz Tenorio PLR$ 61 mil · 1.076 votosR$ 56,4
- Maria Simplício PTR$ 44 mil · 816 votosR$ 53,8
- Claudio Ramos PTR$ 50 mil · 1.232 votosR$ 40,6
- Nicolas PSDR$ 59 mil · 1.665 votosR$ 35,7
- Inha PODER$ 62 mil · 1.843 votosR$ 33,6
- Pastor Nelson REPUBLICANOSR$ 32 mil · 1.294 votosR$ 24,6
- Tonho REPUBLICANOSR$ 33 mil · 1.524 votosR$ 21,5
Votos por real
- 2020, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 102 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.