Apuração
Prefeito · 2004 · PL

Celio Rodrigues

Raimundo Celio Rodrigues · nasceu em 1946

Celio Rodrigues disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Pacatuba (CE)), pelo PL: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPL2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 58 anos, ensino médio, servidor publico estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Pacatuba (CE)
    PL 22· direita
    eleito23.552 votos, 86,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Celio Rodrigues declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Pacatuba (CE) · PL · eleito

De onde veio

R$ 19,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,7 mil.
  1. EmpresasTudo de São Bento Carnicicultura LtdaR$ 19,5 mil99,2%
  2. PessoasR$ 1630,8%

Para onde foi

R$ 19,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de IntergrafR$ 16,1 mil81,8%
  2. EscritórioR$ 3261,7%

Votos por real

  • 2004, prefeito: 1.195 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.