Apuração
Vereador · 2016 · AVANTE

Celio Guergoletto

nasceu em 1951

Celio Guergoletto se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004AVANTE2012PP2016AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: AVANTE (2004), PP (2012), AVANTE (2016).

VereadorPartidoAVANTEPPAVANTE2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Londrina (PR)
    AVANTE 70333· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Londrina (PR)
    PP 11777· direita
    suplente
  3. 2004
    Vereador · Londrina (PR)
    AVANTE 70333· centro-direita
    não eleito2.163 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Celio Guergoletto declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 45 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Londrina (PR) · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 45,3 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 45,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 45,3 mil.
  1. Material impressoR$ 25 mil55,3%
  2. PessoalR$ 10,9 mil24%
  3. ServiçosR$ 3.8868,6%
  4. TransporteR$ 3.8768,6%
  5. OutrosR$ 1.6193,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Londrina (PR), 2016

Mediana da disputa: R$ 26,9 por voto. Quem venceu, Gui Belinati, gastou R$ 8,42 por voto. O voto mais caro custou R$ 609; o mais barato, R$ 8,42.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Cris Godoi PPR$ 57 mil · 94 votosR$ 609
  • Dirceu Pivaro PVR$ 61 mil · 615 votosR$ 99,3
  • Jamil Janene PPR$ 144 mil · 2.194 votosR$ 65,7
  • Mario Takahashi PVR$ 141 mil · 4.192 votosR$ 33,7
  • Sueli Rizzi PSDR$ 49 mil · 1.557 votosR$ 31,5
  • Felipe Prochet PSDR$ 59 mil · 2.122 votosR$ 27,7
  • Jaqueta PTBR$ 53 mil · 1.970 votosR$ 26,9
  • Filipe Barros REPUBLICANOSR$ 113 mil · 4.227 votosR$ 26,8
  • Regis Choucino PPR$ 47 mil · 1.835 votosR$ 25,8
  • Gustavo Richa PSDBR$ 50 mil · 2.486 votosR$ 20,1
  • Nantes PPR$ 56 mil · 4.687 votosR$ 11,9
  • Gui Belinati PPR$ 46 mil · 5.409 votosR$ 8,42

Votos por real

  • 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 750 votos por R$ 1.000, 8,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.