Celinho do Cloro
Celio Sena Cruz · nasceu em 1970
Celinho do Cloro se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2012), PC do B (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, até o fundamental, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Celinho do Cloro declarou R$ 63,2 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2020.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Celinho do Cloro declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mesquita (RJ) · PSD · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.12566,5%
- PartidoR$ 56633,5%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Mesquita (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,1 por voto. Quem venceu, Sancler Nininho, gastou R$ 7,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 259; o mais barato, R$ 7,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jeferson Mesquita AGIRR$ 99 mil · 382 votosR$ 259
- Rogeria Quaresma REPUBLICANOSR$ 24 mil · 219 votosR$ 110
- Marcelo Zanelato PSBR$ 25 mil · 274 votosR$ 92,9
- Erica Perrota DEMR$ 42 mil · 614 votosR$ 69,1
- Ronald Generoso PSLR$ 69 mil · 1.079 votosR$ 63,5
- Bruno Lucena PLR$ 58 mil · 2.893 votosR$ 20,1
- João Paulo Jp PPR$ 21 mil · 1.384 votosR$ 15,4
- Pebo Pinheiro SOLIDARIEDADER$ 20 mil · 1.409 votosR$ 13,9
- Marcel Tai Gostei PROSR$ 37 mil · 2.906 votosR$ 12,6
- Roberto Emidio PPR$ 29 mil · 2.982 votosR$ 9,67
- Sancler Nininho PROSR$ 18 mil · 2.619 votosR$ 7,02
Votos por real
- 2016, vereador: 240 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 526 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.