Cazé
Francisco José da Costa · nasceu em 1953
Cazé se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004), PTB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, ensino médio, servidor público estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cazé declarou R$ 65,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 15,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.
- CazéR$ 65,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cazé declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Capitão de Campos (PI) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Capitão de Campos (PI), 2012
Mediana da disputa: R$ 65 por voto. Quem venceu, Antonio Luis, gastou R$ 22,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 374; o mais barato, R$ 22,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antonio Adail MDBR$ 13 mil · 34 votosR$ 374
- Chico Antonio PSBR$ 10 mil · 65 votosR$ 157
- Arthenio MDBR$ 14 mil · 157 votosR$ 87,5
- Gilson PTR$ 21 mil · 304 votosR$ 68,8
- Michell Melo PTBR$ 13 mil · 191 votosR$ 66,1
- Jaracel PSBR$ 22 mil · 329 votosR$ 65,6
- João Francisco MDBR$ 14 mil · 210 votosR$ 65
- Saulo Gabriel PTBR$ 11 mil · 272 votosR$ 40,4
- Raimundo Gomes PSBR$ 15 mil · 378 votosR$ 40,2
- Salvador Neto PSBR$ 21 mil · 629 votosR$ 34,1
- Neto Batista PSDR$ 14 mil · 475 votosR$ 29
- Antonio Luis PVR$ 13 mil · 588 votosR$ 22,9
Votos por real
- 2012, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.