Casele
Sebastião Domingos de Melo · nasceu em 1957
Casele se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2012), PSD (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, até o fundamental, motorista particular, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Vereador · Bandeira do Sul (MG)PSDB 45011· centro-direita· na urna, Caseli da Ambulânciaeleito152 votos
- 2008Vereador · Bandeira do Sul (MG)PSDB 45011· centro-direita· na urna, Cazelli da Ambulanciasuplente99 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Casele declarou R$ 116,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 48,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- CaseleR$ 116,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Veículo pas / automóvel / VW / virtus hl ad ano 2019/2020…R$ 73,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- uma casas residencial e respectivo terreno que mede a área…R$ 43 milCasa
- Conta corrente caixa econômica federalR$ 115Conta corrente no país
- Poupança banco bradescoR$ 17Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Casele declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2 mil, 2,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bandeira do Sul (MG) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Bandeira do Sul (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 4,57 por voto. Quem venceu, Sidiney Barbosa, gastou R$ 1,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 8,86; o mais barato, R$ 1,16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Carlinhos Do Jadir PTBR$ 1,7 mil · 189 votosR$ 8,86
- Marcia Da Farmácinha PSDBR$ 433 · 55 votosR$ 7,87
- Sergio Rodrigues Locutor PODER$ 265 · 39 votosR$ 6,79
- Eder Do Bar MDBR$ 392 · 72 votosR$ 5,44
- Denis Prates PTBR$ 1,6 mil · 351 votosR$ 4,64
- Maria Capituva PSDBR$ 357 · 78 votosR$ 4,57
- Julierme PSDR$ 679 · 189 votosR$ 3,59
- Guilherme Melo PODER$ 367 · 114 votosR$ 3,22
- Marcos Reis PTBR$ 226 · 78 votosR$ 2,90
- Kaique Da Lanchonete MDBR$ 202 · 150 votosR$ 1,35
- Sidiney Barbosa PODER$ 211 · 182 votosR$ 1,16
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.