Carriso da Mata
Carlos Carriso da Mata · nasceu em 1961
Carriso da Mata se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2012–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, servidor público civil aposentado, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carriso da Mata declarou R$ 11 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- Carriso da MataR$ 11 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carriso da Mata declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itagibá (BA) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.41558,9%
- Outros candidatosR$ 56623,5%
- Próprio bolsoR$ 42317,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itagibá (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 25,9 por voto. Quem venceu, Antonio Da Cêramica, gastou R$ 6,11 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.052; o mais barato, R$ 6,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Evaldo De Neném PDTR$ 8,2 mil · 4 votosR$ 2.052
- Silvia Do Pastor João PDTR$ 5 mil · 3 votosR$ 1.651
- Cristiane De Bogué PDTR$ 5 mil · 6 votosR$ 826
- Kim Do Bloco PDTR$ 5 mil · 25 votosR$ 198
- João Da Pastoral PDTR$ 5 mil · 35 votosR$ 142
- Cleide Quadros PSDR$ 4,1 mil · 99 votosR$ 41,5
- Saulo Carteiro PC do BR$ 10 mil · 395 votosR$ 25,9
- Dulciane Barreto PC do BR$ 2,5 mil · 136 votosR$ 18,7
- Galego De Acaraci PC do BR$ 3,8 mil · 279 votosR$ 13,5
- Manoel De Tapiragi PC do BR$ 3,2 mil · 377 votosR$ 8,54
- Fernando De Alipio PC do BR$ 2,9 mil · 431 votosR$ 6,79
- Antonio Da Cêramica PPR$ 3,1 mil · 508 votosR$ 6,11
Votos por real
- 2020, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 174 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.