Carol Funari
Carolina Funari Lucio · nasceu em 1976
Carol Funari se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputada estadual · São PauloPSDB 45005· direita· na urna, Carolina Funarisuplente2.194 votos; 699º mais votada de 1.959 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Carol Funari teve 2.194 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 699º lugar entre 1.959 candidatos.
Recebeu votos em 123 cidades. Iguape deu 19,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carol Funari declarou R$ 93,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 25,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Carol FunariR$ 93,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carol Funari declarou ao TSE R$ 296 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada estadual: R$ 270 mil, 96% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Iguape (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 12,2 mil48,1%
- PessoalR$ 5.51921,8%
- Material impressoR$ 2.97211,8%
- InternetR$ 2.83011,2%
- ServiçosR$ 1.4155,6%
- OutrosR$ 3541,4%
- EscritórioR$ 200,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Iguape (SP), 2020
Carol Funari: R$ 284 por voto (mediana da disputa, R$ 71,2). Quem venceu, Benilto Curruira, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 284; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carol Funari. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Carol Funari PSDBR$ 25 mil · 89 votosR$ 284
- Professora Flor PLR$ 5,1 mil · 28 votosR$ 182
- Sergio Prado DEMR$ 21 mil · 204 votosR$ 103
- Tanaka DEMR$ 7,9 mil · 79 votosR$ 101
- Rafael Oncinha DEMR$ 17 mil · 175 votosR$ 94,4
- Dalva Camargo PLR$ 5,2 mil · 73 votosR$ 71,2
- Dyhego França PLR$ 16 mil · 288 votosR$ 54,2
- Eduardo Lara REPUBLICANOSR$ 22 mil · 755 votosR$ 29,7
- Karina Cabral PSDBR$ 9,3 mil · 319 votosR$ 29,1
- Lucinete Japonesa PSDBR$ 7,2 mil · 499 votosR$ 14,5
- Benilto Curruira PSDBR$ 5,2 mil · 502 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2020, vereadora: 3,5 votos por R$ 1.000, 7% da mediana da disputa.
- 2018, deputada estadual: 8,6 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 25 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.